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Em maio
deste ano a prefeita Jussara Menicucci enviou um ofício ao
ministro dos Transportes Alfredo Pereira do Nascimento, pedindo
a ele a ajuda na solução de problemas, que ela classificou
de “graves conflitos da malha ferroviária que passa
dentro do perímetro urbano de Lavras, com o intuito de alterar
o traçado da ferrovia no entorno da cidade”.
Na quarta-feira, dia 18, a prefeita recebeu a visita de dois engenheiros
do Dnit (Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes),
Marco Antônio Blotta e Jean Carlo Trevizolo de Souza, que
vieram conhecer a realidade das passagens de níveis e pontes
ferroviárias em Lavras.
Acompanhados da prefeita Jussara, do secretário de Obras
Antônio César de Pádua e do engenheiro da prefeitura
Celso Andrade, os engenheiros da Dnit conheceram os viadutos do
bairro Centenário, Vale do Sol, Cohab e Vila Alzira. Eles
contataram o problema do estrangulamento das vias de acesso. Também
conheceram as passagens de nível da estação
do Costa Pinto, do bairro Cruzeiro do Sul, do Pitangui e do bairro
Nova Era, onde os automóveis passam por cima da linha férrea.
Os engenheiros do Dnit visitaram também a ponte sobre a linha
férrea no bairro Vila Alzira, a famosa “ponte branca”,
que limita o tráfego de veículos. A ponte da Baunilha,
que dá acesso ao aeroporto, que tem a mesma dimensão
da ponte branca, também foi visitada pelos engenheiros do
Dnit.
Depois da visita eles se reuniram no gabinete da prefeita e informaram
a ela que o Ministério dos Transportes vai realizar um estudo
de viabilidade técnica e econômica para Lavras. Os
engenheiros sinalizaram para duas possibilidades: uma seria o alargamento
e rebaixamento do nível da via, como está sendo realizado
no viaduto da avenida Bueno da Fonseca. A outra possibilidade seria
a retirada do ramal da mancha urbana.
Uma outra obra que também será parte do estudo do
Ministério dos Transportes é a construção
de um viaduto sobre o leito ferroviário ligando a avenida
Sylvio Menicucci ao bairro Belvedere.
Os engenheiros Marco Antônio Blotta e Jean Carlo Trevizolo
de Souza viajaram para Três Corações, onde visitaram
também pontos de conflito da malha ferroviária daquela
cidade. |
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